quarta-feira, 6 de março de 2013

Quero uma carta perfumada.

Harry Potter tinha uma coruja que enviava recados que fossem solicitados. Começo dizendo isso, pois fico imaginando como deveria ser receber um recado por um coruja. Há muitos anos, não recebo uma carta escrita à mão. ''E-mail'' é correio eletrônico. Mas é muito difícil receber um e-mail pessoal. Recebo mensagens e recados pelo facebook, mas gostaria de entender qual o barato de receber recados instantâneos, que logo serão esquecidos e não poderão ser guardados, a não ser que imprima-os e publique um livro e ganhe milhões. Na era que vivo, escrever se tornou algo objetivo ou instantâneo demais para o meu gosto. A coisa que me agrada é receber um e-mail que possa ser guardado e sirva de recordação (e também pode ser impresso). O Orkut, apesar de ser uma rede social, tinha o ''depoimento'' como algo bacana e quase igual a um e-mail. E era legal divulgar os votos, elogios e demonstrações de consideração recebidos. No facebook, a ''mensagem'' tem peso idêntico a um depoimento ou e-mail, mas se mistura a conversas ''online'', então perde em ''glamour''. Eu sei que é impossível eu receber uma carta ou recado vindos de uma coruja, mas gostaria muito de receber uma carta de um pombo-correio ou mesmo recolhesse na minha caixinha do correio. Tenho certeza que guardaria como se fosse um foto, ou qualquer outra coisa. Se tiver um perfume ainda por cima, instiga os instintos (risos).

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Eu quero

Não peço muito da vida.
Mas o que peço parece impossível.
Eu quero mais certeza.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Comentando a tragédia no RS


Vou comentar somente através do que tenho visto na internet. Mas:

Desde quando um bando de jovens vão ligar para segurança? É lógico que não!
E quem estava se responsabilizando pela segurança das festas (se é que havia) e nada fez pouco se diferencia dos jovens. Ok! São todos maiores, mas não houve pelo jeito, vontade de manter a segurança. Infelizmente esse tipo de coisa precisa ser ainda mais controlada, pois só seguem o que a lei exige e muitas vezes não se importam em seguir. Agora ser punido ninguém quer, não é mesmo?
Milhares de pessoas sofrendo agora e pelo jeito um bando de desgraçados vão se defender na justiça, pois estarão fazendo tudo ''conforme a lei exige''.

Malditos!

domingo, 6 de janeiro de 2013

Na Índia, pôr do sol é toque de recolher das mulheres


''Enquanto os conservadores culpam a influência ocidental por tudo de ruim que acontece com as mulheres, a nova Índia grita cada vez mais alto.''

É aquilo: querem manter sua cultura, mas fazem negócios com ocidentais. Perderam sua cultura. E ponto. Não gosto das atitudes indianas que li, mas isso era um problema deles até o ponto de começarem a negociar com ocidentais (por bem ou por mal). Todos tiveram suas culturas mutiladas, ''ocidentalizadas''.

Mas também, quem disse que o homem sempre viveu ''estacionado'' culturalmente?

A notícia completa está aqui:

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1210760-na-india-por-do-sol-e-toque-de-recolher-das-mulheres.shtml

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Carta ao sono

Inimigo de todas as noites,
Do adiamento de sonhos,
Da realização, das conquistas, da saúde.
Te detesto, sono.
Durmo e deixo de viver mais.
24 horas? 8 são confiscadas aos que gostam,
10 aos que podem e 24 aos sonhadores.
Não dormir adoece. Dormir atrasa a vida.
Se manter acordado é impossível.
Melhor seria ser zumbi, a ter nascido humano.
Mas gosto de arroz com feijão e faço questão
de perder horas comendo.
Seria muito bom comer durante várias horas
e será gordice realizar esse sonho.
Já que isso não é natural, precisarei – mais uma vez –,
me deitar hoje.
E sonhar com aquilo que 8 horas a mais,
adiantariam em expectativas à minha vida.
Quanto pessimismo!
Quanto sono! Quanto!

Gabriel de Freitas Lorenzato - 31/12/2012

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Fora, Dilma!


É cada dia mais tenso esse governo. Não há diabo que consiga melhorar o país sem trabalho incansável dos parlamentares. Em um dos muitos programas de Dilma, um que era do segundo turno dizia e mostrava um congresso forte e dizia que com uma maioria composta de aliados e petistas, as coisas melhorariam, pois haveria apoio e maior facilidade para conseguir coisas boas.
Onde está o problema então?

http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/12/sem-orcamento-governo-vai-liberar-r-425-bilhoes-em-medida-provisoria.html

Ela trabalhou no governo por 8 anos e agora mais 2. Se quis ser presidenta, já sabia dos problemas crônicos. No mínimo, sabia o chão que teria que pisar.
Junto com seu governo: FORA!


quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

É mais fácil fazer negócios na Etiópia do que no Brasil, aponta relatório do Banco Mundial

Isso mostra que as dificuldades não influenciam na capacidade de empresariedade de um país. Se influenciasse, a Etiópia seria um bom país.

O estudo muito mais do que se enxerga no título sobre a Etiópia (na posição 127º). Vejam:

http://bit.ly/RuTnjH

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Planta Forte

O Cerrado pegou fogo.
Agora é hora das raízes fazerem força
para nascer uma nova planta.
O clima é quente,
A água é escassa,
Chuvas nem se fala!
Chegou sua vez, árvore única do seu espaço,
de crescer novamente.
Você é planta forte!
Desistir nunca,
Germinar sempre!

domingo, 16 de dezembro de 2012

Ah, os calos...

O mais triste é saber que você NECESSITA aprender a lidar com as ADVERSIDADES, pois por mais que queria fazer seu melhor, a DESAPROVAÇÃO faz parte e não adianta ficar irritado.

Mas se precisar viver de calos da vida, prefiro viver sentindo dor, mas removendo-os. Quero ser polido, não apenas um bando de calos.

E você, já removeu seus calos?

domingo, 25 de novembro de 2012

Com pouco se consegue popularidade.




"O eleitorado lembra mais da presidente Dilma Rousseff (PT) do que de seu padrinho político para a sucessão de 2014. Em pesquisa do Ibope, Dilma foi citada espontaneamente por 26% dos eleitores como candidata preferida à Presidência em 2014. Sem que eles vissem os nomes na cartela, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ficou em segundo lugar, com 19% das menções. A diferença de sete pontos é maior do que a margem de erro."

Só vamos saber o que a Dilma fez de tão bom quando tivermos as próximas eleições.
Coisas boas ela fez (coisas que outros países fizeram a anos-luz, comparado a nós, em termo de educação, saúde, transporte???, etc). Nem tudo depende dela, mas se prometeu, tem que cumprir! Ser brava é fácil, mas e cumprir com as promessas? Isso vai virar moda – não ser capaz de agir com responsabilidade –?

De todos os lados alguém tem culpa. Desde os assessores dos menores órgãos de governo até senadores. De a norte a sul, temos problemas que não são resolvidos e é praticamente impossível saná-los com falta de responsabilidade e muita, mas muita coerência.


quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Ser respeitado lhe valoriza

Uma moeda sendo atraída por ímãs, ou o contrário?
O respeito é belo. Mas deixo claro que não acredito em respeito imposto e sim no respeito sem imposição. Todos já devem ter olhado para uma pessoa e pensando; ''Essa pessoa impõe respeito". Esse respeito um dia cai por água abaixo, afinal, em um determinado momento, passará por momentos ruins e será visto de maneira negativa, até mesmo sarcástica. O verdadeiro respeitado é aquele que passa uma imagem boa e quando visto, é chamado para conversar, discutir algum assunto e é cobiçado. Esse é o tipo que procuro ser. Estou muito longe de ser o segundo exemplo? Não! Já sou o segundo exemplo e quero continuar sendo o mesmo.

Respeito não pode ser visto como algo negativo, qualidade de poucos, dom divino, inalcançável. Mas o que se vê é uma vontade, muitas vezes, em ser como tal, mas falta motivação, algo interno – se que isso pode ser realmente chamado motivação – e faz aparecer esse brilho especial, mas felizmente acredito que cada pessoa nasce de um jeito e é possível arriscar que todos (até mesmo aqueles vistos como fora dos padrões comuns) tem algo de bom para passar, quando há oportunidade.

Refletindo é possível encontrar esses exemplos.

Estou pensando em escrever algo referente a minha área de estudo (profissão do futuro e que admiro), curso de Administração. Vai ser legal.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Vale a pena ser cético

Dados estatísticos: se tiver, mostre-me para me convencer.


Eu sou um verdadeiro cético. Nada do que me digam se torna verdadeiro, até que descubra por conta própria a verdade. Isso vale para qualquer coisa. Posso até fingir acreditar ou concordar, apenas para não criar confusões e nem mesmo parecer inocente, mas acredito ser errado acreditar plenamente nas pessoas. Isso é ruim? Acredito que não, afinal, todos estamos condenados a sermos parciais em algum momento, mas é a partir daí que vale o modo de agir. Se sei que alguém ficará chateado por eu não concordar com algo dito ou começar a ficar assim, claro que concordarei, mas no fundo estarei lamentando tamanha imposição. 

Acho que não acreditar totalmente em algo, até que se vejam provas, é muito importante. Assim é possível ser justo, correto e passar credibilidade, coisa que é algo que gosto muito de passar para as pessoas. Por mais que seja complicado agir como tal, ganha-se prestígio de seus companheiros (amigos, irmãos, pessoas da comunidade, por exemplo) e você acaba sendo um ser respeitado. 

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Por uma união de forças

Após ouvir falar sobre um artigo que, quando comentado, tinha as palavras-chave ''cabra; gay; espinafre'', fiquei curioso por lê-lo, mas nada encontrei.
Eis que ontem esse artigo foi encontrado e lido.

Achei curiosa a forma como o escritor abordou a questão sobre como os homossexuais são tratados, pelo desprendimento, pela leveza de consciência para abordar um assunto tão polêmico.


Alguns sites e comentaristas, foram contra o que o autor J. R. Guzzo disse? Não necessariamente. Foram contra a forma de abordar os homossexuais, ao compará-los a cabras. Todos sabem que ninguém tem nada contra cabras, mas acredito que houve uma distorção do assunto opinado: homossexuais sendo tratados de maneira diferente e cada vez mais.

Um ponto que me chamou a atenção no texto, é ele dizer que a ''(...)tendência a olharem para si mesmos como uma classe à parte, na verdade, vai na direção exatamente contrária à sua principal aspiração – a de serem cidadãos idênticos a todos os demais.''

Usando um pouco do meu senso crítico, acredito que essa luta toda tenha seu valor. Ponto. De resto, acredito faltar um pouco mais de senso coletivo e suas lutas também se pautarem em causas sociais, que merecem atenção de todos os humanos. Sim, aquelas que todos dizemos sem nem pensar muito: saúde, educação, segurança, etc. Homossexuais lutarem por suas causas, é aceitável, afinal, sou branco, mas o racismo poderia ser contra minha raça. Outra coisa é apenas lutarem contra o preconceito e causas afins.

Gostaríamos de ver uma maior união entre os gays, pelo bem da humanidade e não só pelo respeito. Nossos políticos precisam de alguma motivação sempre, para votar por questões polêmicas ou importantes. Uma delas, o aumento dos investimentos em educação, por exemplo. Se gays fizessem união com outras camadas consideradas ''restritas'', como a dos índios, evangélicos, católicos, roqueiros, metalúrgicos, nossos políticos teriam mais potencial, trabalhariam realmente para o povo e assim, teríamos mais soluções.

Há a cada dia, um choque cada vez maior entre grupos. Muitos evangélicos e católicos (incluindo da política), votaram contra o polêmico ''kit gay''. Alguns gays da capital paulista, fizeram manifestação pela não homologação do ''Dia do Orgulho Hétero'' e por aí vai...

Onde está a luta pelo bem comum e não, a ''luta especializada''? Além de exigir respeito, é preciso ser mais humano. Me provem que estou enganado. Gostaria de saber onde estou errado.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Perigo em São Paulo: PT e PSDB podem piorar a situação

Acredito que todos estão vendo nos noticiários (ver vêem, mas raciocinam?) e percebendo o quão estranha está essa história de que o governo paulista recusou ajuda, depois aceitou ajuda, após isso, mostraram que pediu ajuda. Do lado do governo federal foi oferecida ajuda, recusado apoio financeiro e após uma ajuda que não se sabe se realmente é ''bem vinda'' como disse há pouco tempo, nosso governador.

O que mais me deixa triste é a sensação de perigo que pode estar sentindo toda a população paulista.



Primeiro, porque os noticiários nos mostram coisas horríveis – mortes de policiais, de civis, onda de crimes – e não é apenas o medo, mas saber como estão reagindo.

Segundo, não conseguir compreender quem está errado nessa história (governo paulista, federal ou os dois?).

Terceiro, a dificuldade em se encontrar um solução. Para essa terceira afirmação, algo posso deduzir (e não é o IR, pois nem ''horrores'' eu ganho): se o governador pedir ajuda, em 2014 será ridicularizado durante período eleitoral e isso aparecerá em debates, sabatinas e campanhas eleitorais. Se recusar ajuda, é taxado como governo auto-suficiente, mas incapaz de conter os crimes e será criticado também. O governo Dilma quer ajudar, mas a ajuda que eles oferecem é insuficiente.

Quarto, não sabemos o verdadeiro grau de perigo, mas se nada for feito, ambos os políticos terão muito o que discutir em 2014.

O que mais me importa é me sentir tranquilo. Partidos historicamente hostis serão capazes de entrar em acordo? A população conseguirá dormir de janela aberta após isso?

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

De quê o Brasil precisa?


Sabem de quê o Brasil precisa?
Gente capaz. Não importa a idade, a falta de uma perna, de um olho, de um braço, de uma parte do cérebro.

imagem meramente ilustrativa.

Estou vivenciando momentos de estresse pela falta de preparo, ética, respeito e cidadania de algumas pessoas que, geralmente têm algum poder.

Cada vez mais me assusto com as ''novidades''.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Falta medicamento para curar nossa necessidade por tantos medicamentos

Fazendo estágio em uma farmácia pública, notei que alguns médicos receitam praticamente a mesma coisa para vários pacientes. Me assustei, pois primeiro que a impressão que fica – para leigos como eu – é de que todos tem praticamente os mesmos problemas e segundo e pior: remédios para pressão e diabetes saem em grande quantidade. Me arrisco até a dizer que ''sai igual água''.
Infelizmente as pessoas por algum motivo, não levam a sério suas próprias saúdes e tomam medicamentos a todo tempo.

Não sou contra os remédios. Eles nos ajudam muito. Porém, o uso a todo instante é triste. Ninguém gosta de ir a farmácias (se for apenas para comprar remédios). É um local importante sim, onde o consumidor encontrará coisas (especialmente medicamentos) para atender suas necessidades. Não entendo por qual motivo vemos tanto consumo de medicamentos simples (pressão, diabetes, dor de cabeça, etc) se é possível curar muitos problemas com boa alimentação, atividade física e terapias alternativas, por exemplo.
Se continuar vendo mais gente consumindo psicotrópicos (medicamentos tarja-preta), também postarei sobre.
Vemos muitas ações (também da indústria farmacêutica) para o uso consciente dos medicamentos. Esta indústria sempre se renova, pesquisa novas soluções e o lucro (muito importante) sempre existirá. Falta de apoio deles (consumo consciente) e do governo federal não vejo.
Alguma coisa está faltando em nossa sociedade. Não, não deve ser preguiça de pensar, de agir, de mudar as ideias. Mas alguma coisa está faltando em nossa sociedade...

quinta-feira, 6 de setembro de 2012



Para os simpatizantes do mercado financeiro, vale a pena ler esta reportagem de 2009:

A matemática de Trabuco


(Pelo amor de tudo aquilo que for mais divino, estou apenas divulgando uma reportagem interessante, pois sou estudante de administração e gosto de ler notícias de economia. Nada de me taxarem de qualquer referente a Bradesco, Santander, BMG, ITAÚ, etc)

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Encontrei um apreço

Ainda não tenho o meu jaleco.
Essa foto representa o estágio que em breve começarei em uma das farmácias públicas (ainda não informadas). Comecei há mais ou menos 4 meses meus dois cursos: auxiliar em farmácia e auxiliar em laboratório, pela escola CENAIC (Ibitinga).
Escolhi fazer estágio pela curiosidade em aprender coisas que não cheguei a ter oportunidade em aprender, enquanto trabalhei em uma farmácia na cidade (Droga Raia). Sabia fazer muita coisa, porém, não tive muitas oportunidades de interagir com pessoas no balcão. Essa foi a principal vontade. Outra necessidade era a de ter maior intimidade com medicamentos diversos e me informar ao máximo sobre o assunto e suas interações.
O ramo farmacêutico é tão amplo que gostei da área. Gosto tanto dessa área, que gosto de ler bulas, entender de medicamentos, conhecer todo tipo de cosmético, olhar os farmacêuticos fazendo conferência de psicotrópico – não divido do mesmo prazer dos farmacêuticos que conheci e fazem essa conferência diariamente –.
Sou um estudante de Administração (FAIBI) e tenho especial apreço pelo ramo farmacêutico. Com a experiência de 8 meses como encarregado de loja na drogaria e com meu curso, fui capaz de observar com mais profundidade a área e me encontrar dentro desse ramo.
Talvez o que mais me agrade no ramo é o contato com pessoas, a prestação de serviços, o bem que os produtos farmacêuticos podem nos trazer (quando comprados) e a curiosidade em entender sua interação com o ser humano e o meio ambiente. Mas ainda é impossível saber qual carreira seguir, o que gostarei mais, quais oportunidades (no geral) terei, mas acredito que o futuro trará novidades. Outro dia comentei que há uma dita ''profissão do futuro'', dentre outras, que é a chamada ''farmacoeconomia''. Outra, é a ''bioinformática'', outra, voltada para o cuidado de idosos (esqueci o nome desta última).

E o futuro?


Antes de terminar a postagem, digo que ainda não tenho meu jaleco por entender que ter um jaleco é desperdiçar dinheiro. As empresas dão uniformes (inclusive jalecos) e só comprarei para fazer atividades que exijam (jaleco da empresa não pode, é feio e como punição pode acarretar ''peteleco na orelha'', pelo patrão).

sábado, 18 de agosto de 2012

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Músicas de Beethoven


É muito legal saber que tenho a possibilidade de conhecer tantas coisas e sem pagar nada. Música clássica é algo lindo! Mas não gosto de um artista específico e sim de sua música. Acabei de ouvir uma música romântica:

http://www.youtube.com/watch?v=zE1QBmlU8UE
“Pour Elise” é uma música bonita para mim.

Esta outra é ainda mais interessante por ser música tema de Chaves:
http://www.youtube.com/watch?v=BUuOmxzbuWQ

Aos poucos descubro que certas músicas são temas de muitas coisas na televisão.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Calma! Não inove tanto!

De que adianta ter um monte de mudanças, se o facebook piora na eficiência? Isso é comum em empresas que querem evoluir sem dar bola para a qualidade dos serviços e depois por bobeira, perdem espaço no mercado para outras concorrentes capazes de suprir esses defeitos e somente por isso já ganham mais espaço.  As empresas podem não ser diferenciadas daí, porque não inovam, apenas  tornam seus serviços pouco defeituosos. Conseguem compreender que inovação não é sempre a alma do negócio? 

domingo, 12 de agosto de 2012

Não sou nervoso!

Não sou nervoso! Apenas não tenho defeitos no cérebro para ser calmo o tempo todo. Encontro meios sempre, para descarregar minha raiva. Quando não encontro, a respiração fica difícil, as mãos ficam sedentas por maldades e descontroles ficam seguros.

sábado, 11 de agosto de 2012

Cadê meu oráculo?

Um pedido? Ter um oráculo para me ajudar a refletir sobre meus sentimentos e sofrer menos. Mas sem qualquer sinal de insanidade: digo que o sofrimento embeleza a vida. Já o masoquismo, não!

Gabriel de Freitas Lorenzato

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Tudo normal

Viver vida normal? Uma hora penso uma coisa e acho normal, outra hora penso outra coisa e acho normal. Normalidade? Não passa de um pensamento momentâneo. Renascemos e para isso não precisamos quase morrer para perceber que tudo é passageiro e a única coisa que demora a passar é a vida, com sua expectativa cada vez maior.

Quantas frustrações?

Fico chateado com o jeito negativo das pessoas. Simplesmente me esforço para ser melhor. Não consigo lidar com os erros que não quero cometer e nem com os argumentos que me chamam de ''louco, louco, louco!'', indiretamente.

Gabriel de Freitas Lorenzato

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

O pensamento é algo da alma. Para escrever bem preciso pensar muito e aprender com o que escrevo (correção de meu português.) Preciso de tempo para publicar bons textos.